''Droga'' qualquer substância e/ou ingrediente utilizado em laboratórios,
farmácias, tinturarias, etc.; um pequeno comprimido para aliviar uma dor
de cabeça ou até mesmo uma inflamação, é uma droga. Contudo, o termo é
comumente empregado a produtos alucinógenos ou qualquer outra substância
tóxica que leva à dependência como o cigarro e o álcool, que por sua
vez têm sido sinônimo de entorpecente.
As drogas psicoativas são substâncias naturais ou sintéticas
que ao serem penetradas no organismo humano, independente da forma (ingerida,
injetada, inalada ou absorvida pela pele), entram na corrente sanguínea e
atingem o cérebro, alterando todo seu equilíbrio, podendo levar o usuário a
reações agressivas.
O que leva uma pessoa a usar drogas?
Pesquisas recentes apontam que os principais motivos que
levam um indivíduo a utilizar drogas são: curiosidade, influência de amigos
(mais comum), vontade, desejo de fuga (principalmente de problemas familiares),
coragem (para tomar uma atitude que sem o uso de tais substâncias não tomaria),
dificuldade em enfrentar e/ou aguentar situações difíceis, hábito, dependência
(comum), rituais, busca por sensações de prazer, tornar (-se) calmo, servir de
estimulantes, facilidades de acesso e obtenção e etc.
Fonte: www.galenoalvarenga.com.br
A força do cigarro no
organismo
Por longos e
longos anos as pessoas foram ensinadas que o cigarro somente provocaria reações
no organismo após um grande período de uso, porém estudos recentes desmentem
tais ensinamentos e assustadoramente mostram a real força do cigarro no
organismo.
Este,
composto por tabaco seco enrolado por um fino papel que se queima após ser
aceso, provoca rápidas reações no corpo do homem.
Fonte:digosemmedo.blogspot.com.br
Segundo
estudiosos, cerca de 10% dos fumantes que colocam o primeiro cigarro na boca já
apresentam reações significativas no organismo que provocam a dependência por
um período de até dois dias depois, ideia que se aplicava somente aos fumantes
de longa data.
O curioso é
que um cigarro consegue suprir, em fumantes iniciantes, a necessidade do
organismo em relação à droga por até uma semana, o que não acontece com
fumantes de longa data.
Fonte:www.brasilescola.com
Intrigantemente, a nicotina presente em um só cigarro consegue aumentar a
produção de hormônios receptores no lobo frontal do cérebro, no hipocampo e no
cerebelo que envolve a memória em longo prazo. Dessa forma, dois dias após ter
fumado um único cigarro um indivíduo passa a ter necessidades da droga no organismo.
A manifestação da dependência à droga ocorre por causa das adaptações que o
organismo faz para recebê-la na busca por manter seu equilíbrio químico e
funcional.
Com o decorrer do tempo, as pessoas tendem a necessitar de um novo cigarro em
um curto período, ou seja, em um prazo de duas horas o organismo já deixa o
indivíduo inquieto, irritado e ansioso fazendo com que busque a calmaria no
cigarro.
Deixar de fumar não é fácil. Segundo pesquisas, somente 3% dos fumantes conseguem abandonar o vício e o restante pode até conseguir parar durante um período, mas após esse volta a fumar. Acredita-se que a melhor forma para abandonar o vício é deixá-lo de uma só vez e não gradualmente como muitos fazem.
Por Gabriela CabralDeixar de fumar não é fácil. Segundo pesquisas, somente 3% dos fumantes conseguem abandonar o vício e o restante pode até conseguir parar durante um período, mas após esse volta a fumar. Acredita-se que a melhor forma para abandonar o vício é deixá-lo de uma só vez e não gradualmente como muitos fazem.
Equipe Brasil Escola
O cigarro não e o
grande vilão, e sim um mal consumido por livre e espontânea vontade o segredo e
evitar o primeiro trago. J.Souza
Álcool
O principal
agente do álcool é o etanol (álcool etílico). O consumo do álcool é antigo,
bebidas como vinho e cerveja possuíam conteúdo alcoólico baixo, uma vez que
passavam pelo processo de fermentação. Outros tipos de bebidas alcoólicas
apareceram depois, com o processo de destilação.
Fonte:anabolismo.org
Apesar de o álcool possuir grande aceitação
social e seu consumo ser estimulado pela sociedade, ele é uma droga
psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e
mudança no comportamento.
Quando consumido em excesso, o álcool é visto como um problema de saúde, já que
esse excesso pode estar ligado a acidentes de trânsito, violência e alcoolismo
(quadro de dependência).
Os efeitos do álcool são
percebidos em dois períodos, um que estimula e outro que deprime. No primeiro
período pode ocorrer euforia e desinibição. Já no segundo momento ocorre
descontrole, falta de coordenação motora e sono. Os efeitos agudos do consumo
do álcool são sentidos em órgãos como o fígado, coração, vasos e estômago.
Em caso de suspensão do consumo, pode ocorrer também a síndrome da abstinência,
caracterizada por confusão mental, visões, ansiedade, tremores e convulsões.
Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola
Em caso de suspensão do consumo, pode ocorrer também a síndrome da abstinência, caracterizada por confusão mental, visões, ansiedade, tremores e convulsões.
Equipe Brasil Escola
Cocaína
A Erythroxylon coca é uma planta
encontrada na América Central e América do Sul. Essas folhas são utilizadas,
pelo povo andino, para mascar ou como componente de chás, com a função de
aliviar os sintomas decorrentes das grandes altitudes.
Entretanto,
uma substância alcaloide que constitui cerca de 10% desta parte da planta,
chamada benzoilmetilecgonina, é capaz de provocar sérios problemas de saúde e
também sociais.
Na primeira
fase da extração do alcaloide, as folhas são prensadas em ácido sulfúrico,
querosene ou gasolina, resultando em uma pasta denominada sulfato de cocaína.
Na segunda e última, utiliza-se ácido clorídrico, formando um pó branco. Assim,
neste segundo caso, ela pode ser aspirada, ou dissolvida em água e depois
injetada.
Fonte:muitapimenta.com
Já a pasta é fumada em cachimbos, sendo chamada, neste caso, de crack. Há também a merla, que é a cocaína em forma de base, cujos usuários fumam-na pura ou juntamente com maconha.
Atuando no
Sistema Nervoso Central, a cocaína provoca euforia, bem estar, sociabilidade.
Pelo fato de que nem sempre as pessoas conseguem ter tais sensações
naturalmente, e de forma intensa, uma pessoa que se permite utilizar esta
substância tende a querer usar novamente, e mais uma vez, e assim
sucessivamente.
O coração tende a acelerar, a pressão aumenta e a pupila se dilata. O consumo
de oxigênio aumenta, mas a capacidade de captá-lo diminui. Este fator,
juntamente as com arritmias que a substância provoca, deixa o usuário
pré-disposto a infartos. O uso frequente também provoca dores musculares,
náuseas, calafrios e perda de apetite.
Fonte:reporterdecristo.com
Como a
cocaína tende a perder sua eficácia ao longo do tempo de uso, fato este
denominado tolerância à droga, o usuário tende a utilizar progressivamente
doses mais altas buscando obter, de forma incessante e cada vez mais
inconsequente, os mesmos efeitos agradáveis que conseguia no início de seu uso.
Dosagens muito frequentes e excessivas provocam alucinações táteis, visuais e
auditivas; ansiedade, delírios, agressividade, paranoia.
Este ciclo
torna-o também cada vez mais dependente, fazendo de tudo para conseguir a
droga, resultando em problemas sérios não só no que tange à sua saúde, mas
também em suas relações interpessoais. Afastamento da família e amigos, e até
mesmo comportamentos condenáveis, como participação de furtos ou assaltos para
obter a droga são comuns.
Fonte:www.corposaun.com
Além de
provocar, em longo prazo, comprometimento dos músculos esqueléticos, existem
ainda os agravantes recorrentes da forma de uso. Cocaína injetável, por
exemplo, pode provocar a contaminação por doenças infecciosas, como hepatite e
AIDS, e infecções locais. No caso daqueles que inalam, comprometimento do
olfato, rompimento do septo nasal e complicações respiratórias, estas últimas
também típicas dos fumantes, incluindo aí bronquite, tosse persistente e
disfunções severas. Gestantes podem ter bebês natimortos, com malformações, ou
comprometimento neurológico.
Romper com a
droga é difícil, já que o indivíduo tende a se sentir deprimido, irritadiço, e
com insônia. Assim, quando um usuário opta por deixá-la, deve receber bastante
amparo e ser incentivado neste sentido. É necessária ajuda médica, tanto no
processo de desintoxicação quanto tempos depois desta etapa.
Por Mariana
Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
O coração tende a acelerar, a pressão aumenta e a pupila se dilata. O consumo de oxigênio aumenta, mas a capacidade de captá-lo diminui. Este fator, juntamente as com arritmias que a substância provoca, deixa o usuário pré-disposto a infartos. O uso frequente também provoca dores musculares, náuseas, calafrios e perda de apetite.
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
Fotos reais
de vitimas desse mal que afeta pessoas no mundo todo.
Cola de
sapateiro
A cola de sapateiro é uma droga pertencente ao grupo dos inalantes, uma
vez que é utilizada dessa forma, com absorção pulmonar. Segundo pesquisa feita
pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, é
a quarta droga mais consumida em nosso país, depois do tabaco, álcool e
maconha.
Composta por diversas substâncias, como o tolueno e n-hexana, proporciona sensações de excitação, além de alucinações auditivas e visuais que, em contrapartida, são acompanhadas de tontura, náuseas, espirros, tosse, salivação e fotofobia. Tais efeitos são bastante rápidos, levando o indivíduo a inalar novamente.
Seu uso constante desencadeia em desorientação, falta de memória, confusão mental, alucinação, perda de autocontrole, visão dupla, palidez, movimento involuntário do globo ocular, irritação das mucosas, paralisia, lesões cardíacas, pulmonares e hepáticas, dentre outros; podendo desencadear em convulsões, inconsciência, e até mesmo morte súbita. Isso acontece porque tais substâncias provocam a destruição de neurônios e nervos periféricos, além de ser consideravelmente irritantes.
Sendo facilmente encontrada, também possui baixo custo, facilitando seu uso, por exemplo, por meninos e meninas de rua e estudantes. Assim, é um sério problema de saúde pública, inclusive considerando que atos infracionais cometidos por adolescentes sob efeito desta droga são superiores aos demais.
Diante destes fatos, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu a Resolução RDC nº 345, de 15 de dezembro de 2005, que proíbe a comercialização de substâncias inalantes que afetam o sistema nervoso central a menores de idade. Este órgão também exige, neste documento, que as embalagens de tal produto contenham número de controle, individual e sequencial; e que o vendedor preencha, no ato da compra, os dados pessoais do comprador, com sua respectiva assinatura. Além disso, esta resolução define inscrições relacionadas à toxidade que deve conter em tais embalagens.
Composta por diversas substâncias, como o tolueno e n-hexana, proporciona sensações de excitação, além de alucinações auditivas e visuais que, em contrapartida, são acompanhadas de tontura, náuseas, espirros, tosse, salivação e fotofobia. Tais efeitos são bastante rápidos, levando o indivíduo a inalar novamente.
Seu uso constante desencadeia em desorientação, falta de memória, confusão mental, alucinação, perda de autocontrole, visão dupla, palidez, movimento involuntário do globo ocular, irritação das mucosas, paralisia, lesões cardíacas, pulmonares e hepáticas, dentre outros; podendo desencadear em convulsões, inconsciência, e até mesmo morte súbita. Isso acontece porque tais substâncias provocam a destruição de neurônios e nervos periféricos, além de ser consideravelmente irritantes.
Sendo facilmente encontrada, também possui baixo custo, facilitando seu uso, por exemplo, por meninos e meninas de rua e estudantes. Assim, é um sério problema de saúde pública, inclusive considerando que atos infracionais cometidos por adolescentes sob efeito desta droga são superiores aos demais.
Diante destes fatos, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) emitiu a Resolução RDC nº 345, de 15 de dezembro de 2005, que proíbe a comercialização de substâncias inalantes que afetam o sistema nervoso central a menores de idade. Este órgão também exige, neste documento, que as embalagens de tal produto contenham número de controle, individual e sequencial; e que o vendedor preencha, no ato da compra, os dados pessoais do comprador, com sua respectiva assinatura. Além disso, esta resolução define inscrições relacionadas à toxidade que deve conter em tais embalagens.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
Ecstasy
O ecstasy é uma droga psicoativa que causa inúmeros efeitos indesejáveis, inclusive a morte.
O ecstasy foi produzido por uma indústria farmacêutica no ano
de 1914 com o intuito de ser utilizado como supressor do apetite, mas nunca foi
utilizado para essa finalidade.
Nos anos 60, começou a ser utilizado por
psicoterapeutas para elevar o ânimo de pacientes; e na década de 70 passou a
ser consumido recreativamente, sendo disseminado principalmente entre
estudantes universitários.
O uso dessa droga é proibido em vários países,
inclusive no Brasil.
Embora esse
modo de utilização não seja mais empregado, o ecstasy pode ser injetado via
intravenosa. Atualmente o consumo ilegal de ecstasy tem sido realizado na forma
de comprimidos via oral.
O efeito do
ecstasy pode durar em média oito horas, mas isso varia de acordo com o
organismo.
Em pessoas que possuem maiores quantidades de enzimas
metabolizadoras, o efeito do ecstasy pode durar menos tempo.
À medida que as
enzimas do organismo metabolizam as toxinas, elas produzem também metabólitos
ativos que continuam exercendo atividade psicoativa, como se fosse a própria
droga, mas com efeitos não muito agradáveis, que podem durar por mais algumas
horas.
Os usuários
dessa droga sentem aumento do estado de alerta, maior interesse sexual,
sensação de bem-estar, grande capacidade física e mental, euforia e aumento da
sociabilização e extroversão.
Após o uso da droga ocorrem alguns efeitos indesejados, como
aumento da tensão muscular e da atividade motora, aumento da temperatura
corporal, enrijecimento e dores na musculatura dos membros inferiores e coluna
lombar, dores de cabeça, náuseas, perda do apetite, visão borrada, boca seca,
insônia, grande oscilação da pressão arterial, alucinações, agitação,
ansiedade, crise de pânico e episódios breves de psicose.
O aumento no estado
de alerta pode levar à hiperatividade e à fuga de ideias. Nos dias seguintes ao
uso da droga o usuário pode ficar deprimido, com dificuldade de concentração,
ansioso e fatigado.
O uso a
longo prazo do ecstasy causa muitos prejuízos à saúde.
O excesso de serotonina
na fenda sináptica provocado pelo uso da droga causa lesões nas células
nervosas irreversíveis. Essas células, quando lesionadas, têm seu funcionamento
comprometido, e só se recuperam quando outros neurônios compensam a função
perdida.
Estudos
realizados em humanos consumidores dessa droga comprovam a perda da atividade
serotoninérgica, que leva seu usuário a apresentar perturbações mentais e
comportamentais, como dificuldade de memória, tanto verbal como visual,
dificuldade de tomar decisões, ataques de pânico, depressão profunda, paranoias,
alucinações, despersonalização, impulsividade, perda do autocontrole e morte
súbita por colapso cardiovascular.
O uso do
ecstasy pode causar lesão no fígado, que fica amolecido, além de aumentar de
tamanho, com tendência a sangramentos.
Dependendo do grau de toxicidade, o
quadro evolui para hepatite fulminante, podendo causar a morte caso não haja um
transplante de fígado.
No coração,
a aceleração dos ritmos cardíacos e o aumento da pressão arterial podem levar à
ruptura de alguns vasos sanguíneos, causando sangramentos.
O uso de
ecstasy ligado à intensa atividade física (dançar por várias horas) pode causar
aumento da temperatura corporal e consequente hemorragia interna, o que pode
levar à morte.
O aumento da temperatura corporal tem alguns sintomas como
desorientação, parar de transpirar, vertigens, dores de cabeça, fadiga,
câimbras e desmaio.
Ainda não há
estudos que comprovem que o ecstasy provoca dependência física, mas também não
podemos afirmar que isso não irá acontecer.
Paula Louredo
Graduada em Biologia
Paula Louredo
Graduada em Biologia
Lança Perfume
O
lança-perfume é um solvente à base de cloreto de etila, éter, clorofórmio e
essência perfumada, fabricado na Argentina.
É armazenado em tubos de alta
pressão, permitindo com que seja facilmente evaporado e inalado de forma
eficaz.
Essa substância é absorvida pela mucosa pulmonar, sendo seus componentes
levados, via corrente sanguínea, aos rins, fígado e sistema nervoso. Liberando
adrenalina no organismo, acelera a frequência cardíaca, proporcionando sensação
de euforia e desinibição ao mesmo tempo em que confere perturbações auditivas e
visuais, perda de autocontrole e visão confusa.
Como seus efeitos são rápidos, os usuários tendem a inalá-lo diversas vezes,
potencializando a ação de seus compostos sobre o organismo. Assim, seu uso pode
desencadear em quadros mais sérios, como falta de ar, desmaios, alucinações,
convulsões, paradas cardíacas e morte. Além disso, por alterar a consciência do
indivíduo, permite com que este esteja mais vulnerável a acidentes.
Seu uso no Brasil se deu no início da década de vinte, no carnaval do Rio de
Janeiro, no qual era borrifado nos foliões, perfumando-os e fornecendo
sensações agradáveis. Aparentemente uma diversão inofensiva, seus efeitos
adversos e consequências mais sérias fizeram com que, mais tarde, o presidente
Jânio Quadros decretasse a proibição de seu uso em nosso país.
Entretanto, o
lança-perfume continuou sendo utilizado nos anos e décadas seguintes, de forma
relativamente acessível, já que é contrabandeado do Paraguai e Argentina:
locais estes onde sua fabricação não é proibida.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Essa substância é absorvida pela mucosa pulmonar, sendo seus componentes levados, via corrente sanguínea, aos rins, fígado e sistema nervoso. Liberando adrenalina no organismo, acelera a frequência cardíaca, proporcionando sensação de euforia e desinibição ao mesmo tempo em que confere perturbações auditivas e visuais, perda de autocontrole e visão confusa.
Como seus efeitos são rápidos, os usuários tendem a inalá-lo diversas vezes, potencializando a ação de seus compostos sobre o organismo. Assim, seu uso pode desencadear em quadros mais sérios, como falta de ar, desmaios, alucinações, convulsões, paradas cardíacas e morte. Além disso, por alterar a consciência do indivíduo, permite com que este esteja mais vulnerável a acidentes.
Seu uso no Brasil se deu no início da década de vinte, no carnaval do Rio de Janeiro, no qual era borrifado nos foliões, perfumando-os e fornecendo sensações agradáveis. Aparentemente uma diversão inofensiva, seus efeitos adversos e consequências mais sérias fizeram com que, mais tarde, o presidente Jânio Quadros decretasse a proibição de seu uso em nosso país.
Maconha
A maconha é uma planta herbácea considerada uma droga ilícita, que pode trazer alguns efeitos negativos e que pode causar dependência.
Efeitos em curto e longo prazo
Depois de
consumir a cannabis, a pessoa
pode apresentar alguns efeitos
físicos, como memória prejudicada, confusão entre passado,
presente e futuro, sentidos aguçados, mas com pouco equilíbrio e força
muscular, perda da coordenação, aumento dos batimentos cardíacos, percepção
distorcida, ansiedade, olhos avermelhados por causa da dilatação dos vasos
sanguíneos oculares, boca seca e dificuldade com pensamentos e solução de
problemas.
As pessoas
que fumam maconha também estão suscetíveis aos mesmos problemas das pessoas que
fumam tabaco, como asma, enfisema pulmonar, bronquite e câncer.
Fonte:musica.uol.com.br
Afinal, a
maconha causa ou não dependência?
Muitos
estudos estão sendo feitos a respeito desse assunto, mas ainda não se sabe ao
certo se a maconha causa ou não a dependência.
Por causa da dificuldade de se
quantificar a maconha que atinge a corrente sanguínea, não há doses formais de
THC que causam dependência.
Acredita-se que a dependência aumenta conforme o
período do uso.
Estudos
mostram que alguns usuários que fazem uso da maconha diariamente não
desenvolvem o vício, enquanto outros podem desenvolver uma síndrome de uso
compulsivo semelhante à dependência de outras drogas.
Não é
possível ainda determinar a natureza dos sintomas de abstinência da maconha.
De acordo
com a Agência Americana de Combate às
Drogas, o consumo prolongado de maconha pode causar danos aos
pulmões e ao sistema reprodutivo.
Usos medicinais
Nos séculos
passados, a maconha era usada, naChina, como anestésico, analgésico,
antidepressivo, antibiótico e sedativo.
A erva foi citada na primeira
farmacopeia (livro que reunia fórmulas e receitas de medicamentos) conhecida no
mundo, cerca de 2 mil anos atrás, recomendando o seu uso para prisão de ventre,
malária, reumatismo e dores menstruais. No século XIX, alguns povos começaram a
utilizá-la no tratamento da gonorreia e angina.
Atualmente,
muitos acreditam que os efeitos negativos da maconha superam os seus efeitos
positivos, mas muitos efeitos nocivos da maconha permanecem inconclusivos.
Por
essa razão, algumas pessoas pedem para que ela seja legalizada a fim de ser
utilizada como medicamento no tratamento de algumas doenças, como câncer e AIDS
(combate as náuseas e estimula o apetite), glaucoma (alivia a pressão ocular),
epilepsia (evita as convulsões) e esclerose múltipla (diminui espasmos
musculares).
Em alguns
estados norte-americanos, o uso medicinal da maconha já foi legalizado.
Paula Louredo
Graduada em Biologia
Graduada em Biologia
Fonte: http://www.brasilescola.com
Heroína
A heroína é uma droga derivada da
papoula, sintetizada a partir da morfina: substância bastante utilizada no
século XIX pelas suas propriedades analgésicas e antidiarreicas. Como outras
drogas originárias desta planta, a heroína atua sobre receptores cerebrais
específicos, provocando um funcionamento mais brando do sistema nervoso e
respiratório.
Descoberta sua potencialidade em causar dependência química e psíquica de forma bastante rápida, sua comercialização foi proibida na década de vinte. Entretanto, principalmente no sudeste asiático e Europa, essa substância é produzida e distribuída para todo o mundo clandestinamente.
Apresentando-se em sua forma pura como um pó branco de coloração esbranquiçada, é utilizada mais frequentemente de forma injetável, após aquecimento. Além disso, alguns usuários a inalam ou aspiram.
Seus efeitos duram aproximadamente cinco horas, proporcionando sensações de bem-estar, euforia e prazer; elevação da autoestima e diminuição do desânimo, dor e ansiedade.
Como esta droga desenvolve dependência e tolerância de forma bastante rápida, o usuário passa a consumi-la com mais frequência com o intuito de buscar o mesmo bem-estar provocado anteriormente, e também de fugir das sensações provocadas pela abstinência. Essa, que surge aproximadamente vinte e quatro horas após seu uso, pode provocar diarreia, náuseas, vômitos, dores musculares, pânico, insônia, inquietação e taquicardia.
Assim, formas de obtê-la passam a ser o foco de suas vidas, gerando consequências sérias. Constantes vômitos, diarreias e fortes dores abdominais, perda de peso, depressão, abortos espontâneos, surdez, delírio, descompassos cardíacos, incapacidade de concentração, depressão do ciclo respiratório, colapso dos vasos sanguíneos; além de problemas relacionados às interações sociais e familiares são algumas consequências que o usuário está sujeito, em médio prazo.
Além disso, no caso de pessoas que a utilizam na forma injetável, há chances de ocorrer necrose de tecidos e de se adquirir diversas doenças, como AIDS, hepatites e pneumonias, em decorrência da utilização de seringas compartilhadas.
A maioria dos casos de morte por overdose é consequência de paradas respiratórias decorrentes de seu uso prolongado, ou de uso concomitante com outras drogas.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
Descoberta sua potencialidade em causar dependência química e psíquica de forma bastante rápida, sua comercialização foi proibida na década de vinte. Entretanto, principalmente no sudeste asiático e Europa, essa substância é produzida e distribuída para todo o mundo clandestinamente.
Apresentando-se em sua forma pura como um pó branco de coloração esbranquiçada, é utilizada mais frequentemente de forma injetável, após aquecimento. Além disso, alguns usuários a inalam ou aspiram.
Seus efeitos duram aproximadamente cinco horas, proporcionando sensações de bem-estar, euforia e prazer; elevação da autoestima e diminuição do desânimo, dor e ansiedade.
Como esta droga desenvolve dependência e tolerância de forma bastante rápida, o usuário passa a consumi-la com mais frequência com o intuito de buscar o mesmo bem-estar provocado anteriormente, e também de fugir das sensações provocadas pela abstinência. Essa, que surge aproximadamente vinte e quatro horas após seu uso, pode provocar diarreia, náuseas, vômitos, dores musculares, pânico, insônia, inquietação e taquicardia.
Assim, formas de obtê-la passam a ser o foco de suas vidas, gerando consequências sérias. Constantes vômitos, diarreias e fortes dores abdominais, perda de peso, depressão, abortos espontâneos, surdez, delírio, descompassos cardíacos, incapacidade de concentração, depressão do ciclo respiratório, colapso dos vasos sanguíneos; além de problemas relacionados às interações sociais e familiares são algumas consequências que o usuário está sujeito, em médio prazo.
Além disso, no caso de pessoas que a utilizam na forma injetável, há chances de ocorrer necrose de tecidos e de se adquirir diversas doenças, como AIDS, hepatites e pneumonias, em decorrência da utilização de seringas compartilhadas.
A maioria dos casos de morte por overdose é consequência de paradas respiratórias decorrentes de seu uso prolongado, ou de uso concomitante com outras drogas.
Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia
Equipe Brasil Escola
As drogas são a
destruição de tudo de bom que um ser humano possui família, emprego, dignidade,
enfim uma vida inteira jogada fora.
Abaixo estão algumas fotos
reais sobre a destruição que as drogas causam nos usuários.J.Souza
‘’Diante de conflitos,
em um mudo moderno repleto de tribulações, elevemos nosso pensamento a Deus e
caminhemos sempre à frente seguindo um bom caminho. ’’J.Souza




















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